Entre os presentes, o Secretário da 19ª SDR de Laguna, Christiano Lopes, o prefeito de Laguna Célio Antonio, o gerente de Educação Sandro Cunha, a Secretária de Educação Municipal Tania de Oliveira Pereira, vereadores, comunidade escolar, professores e os membros do Sinte Regional e Estadual.
A Audiência teve início com a fala do Secretário da 19ª SDR de Laguna Christiano Lopes, que já abriu a audiência anunciando que nenhum dos município pertencentes a 19ª SDR (Laguna, Imbituba, Imaruí, Garopaba e Paulo Lopes) fará a municipalização do Ensino Fundamental. Fazendo-se assim tão somente necessário a discussão sobre o Ensino Médio Integral (EMI), mas indagado pelo propositor da Audiência Pública (Airton Machado) sobre a municipalização, ele informou que a municipalização estava acontecendo porque era necessário, e estava amparado em Lei, e que devido a demanda de alunos na rede estadual que migravam para o ensio regular municipal. E após este rápido esclarecimento para o Vereador Airton Machado, ele passou a palavra para o Gerente de Educação Sandro Cunha para que fosse feito uma explanação sobre o Ensino Médio Integral.
O gerente de Educação fez uma leitura do projeto do EMI, onde apresentou seus objetivos, forma de funcionamento, manutenção de prédios, tranportes escolar, números de alunos que seriam atendidos pela Escola de Ensino Médio Almirante Lamego (EEMAL), assim também como aqueles que obrigatóriamente teriam que fazer a busca em uma outra unidade escolar de vagas para fazerem a conclusão do Ensino Fundamental (alunos do 1º ao 6º ano).
Após a explanação do Gerente de Educação, o Presidente da Mesa Everaldo dos Santos conduziu a Audiência passando a palavra para os componentes da mesa Prefieto Célio Antonio, que de antemão deixou bem claro a NÃO MUNICIPALIZAÇÃO DO ENSINO FUNDAMENTAL em LAGUNA, como já nos havia adiantado em uma reunião no mês de agosto de 2011, e de certa forma uma preocupação da forma em que o projeto vem sendo apresentado, já a Secretária de Educação Muncipal Tania P. de Oliveiral, falou que estava ali para falar da municipalização e que como já estava descatada esta hipótese, ela "pouco conhecia o projeto do EMI e não poderia discutir amplamente, mas que também este projeto a preocupava muito. Logo em seguida as falas passaram-se aos vereadores presentes, e em seguida para três representantes de comunidades, professores enfim, para quem quizesse emitir alguma opinião sobre este "projeto", e deixando aberto as falas de algumas entidades entre ela o Sinte Regional e Estadual.
Nas falas dos vereadores, ficou bem clara a insegurança do projeto apresentado, haja vista que até então não havia ocorrido nenhuma discussão, e que o projeto deveria ser apresentado à comunidade para que ela opinasse e escolhesse a melhor opcão para o estudante (vereador Cleosmar Fernandes), já o vereador Eduardo Carneiro, apresentou sua preocupação indagando se havia por parte do governo Estadual um projeto específico para busca de recursos para a manutenção do EMI, em contrapartida, o vereador Eraldo Cardoso demonstrou extrema indignação quando diz que é um projeto de governo colocado de "goela abaixo" do povo e da comunidade escolar.
O gerente de Educação fez uma leitura do projeto do EMI, onde apresentou seus objetivos, forma de funcionamento, manutenção de prédios, tranportes escolar, números de alunos que seriam atendidos pela Escola de Ensino Médio Almirante Lamego (EEMAL), assim também como aqueles que obrigatóriamente teriam que fazer a busca em uma outra unidade escolar de vagas para fazerem a conclusão do Ensino Fundamental (alunos do 1º ao 6º ano).
Após a explanação do Gerente de Educação, o Presidente da Mesa Everaldo dos Santos conduziu a Audiência passando a palavra para os componentes da mesa Prefieto Célio Antonio, que de antemão deixou bem claro a NÃO MUNICIPALIZAÇÃO DO ENSINO FUNDAMENTAL em LAGUNA, como já nos havia adiantado em uma reunião no mês de agosto de 2011, e de certa forma uma preocupação da forma em que o projeto vem sendo apresentado, já a Secretária de Educação Muncipal Tania P. de Oliveiral, falou que estava ali para falar da municipalização e que como já estava descatada esta hipótese, ela "pouco conhecia o projeto do EMI e não poderia discutir amplamente, mas que também este projeto a preocupava muito. Logo em seguida as falas passaram-se aos vereadores presentes, e em seguida para três representantes de comunidades, professores enfim, para quem quizesse emitir alguma opinião sobre este "projeto", e deixando aberto as falas de algumas entidades entre ela o Sinte Regional e Estadual.
Nas falas dos vereadores, ficou bem clara a insegurança do projeto apresentado, haja vista que até então não havia ocorrido nenhuma discussão, e que o projeto deveria ser apresentado à comunidade para que ela opinasse e escolhesse a melhor opcão para o estudante (vereador Cleosmar Fernandes), já o vereador Eduardo Carneiro, apresentou sua preocupação indagando se havia por parte do governo Estadual um projeto específico para busca de recursos para a manutenção do EMI, em contrapartida, o vereador Eraldo Cardoso demonstrou extrema indignação quando diz que é um projeto de governo colocado de "goela abaixo" do povo e da comunidade escolar.
Após todas as falas, foi solicitado pelo Secretário de Organização do Sul Marcelo Speck, um espaço dividido com a Vice-Coordenadora Estadual Janete Jane da Silva, onde ambos expressaram suas preocupações, dizendo que nós (Sinte/SC) não era contra o EMI, e sim a forma como este estava sendo apresentado à Comunidade e aos profesores.
Indagados por esta Coordenação Regional como ficaria a situação dos profissionais do Ensino Fundamental - Séries Iniciais lotados nas escolas que fariam parte do projeto, a resposta do Gerente de Educação foi clara, nenhum profissional será prejudicado e que se necessário for, uma nova unidade escolar seria buscado à estes profissionais para exercerem suas atividades, mas que em Laguna (EEMAL) não havia este problema, pois havia somente um profissonal EFETIVO NESTAS CONDIÇÕES, que o "resto" eram acts (isso colocado) pelo direor da escola Jorge Rebelo que fez um dscurso escrito pela SED (papel timbrado).
Está claramente percebido que a preocupação com a comunidade e com a categoria é muito pouco por este governo, e que qualquer profissional em educação pode ter sua vida profissional e até mesmo pessoal alterada para satisfazer a boa vontade deste.
Rudmar M. Corrêa
Coordenação Regional Sinte Laguna
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